Mercado de Trabalho e a Economia Criativa

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Afinal, o que é Economia Criativa? É o conjunto de negócios baseados no capital intelectual e cultural que geram valor econômico para o país.

Cada vez mais o mundo tem investido nessa área da economia. E isso pode ser visto em países como EUA, China e Inglaterra, que perceberam a relevância de tal área e estimulam o desenvolvimento da Economia Criativa.  

Os setores da Economia Criativa

Segundo um estudo realizado pela FIRJAN, os setores que dividem a Economia Criativa são:

  1. Consumo: moda, design, arquitetura, e publicidade.
  2. Mídias: editorial, audiovisual.
  3. Cultura: Patrimônio e Artes, Música, Artes Cênicas e Expressões Culturais.
  4. Tecnologia P e D, Biotecnologia e TIC.

Por que, hoje, se fala tanto em Economia Criativa?

  1. Se tudo está igual, como ser diferente?

A grande velocidade com que a tecnologia e as informações se dão, hoje em dia, tornam os serviços e produtos cada vez mais semelhantes. As formas para se diferenciar são: preços baixos ou gerar diferencial agregando valor através da criatividade.

      2) Os robôs irão dominar o mundo!

Grande parte dos estudos voltados para o trabalho -assinados pelo Fórum Econômico Mundial e pela Economist Intelligence Unit – alegam que a automação industrial poupará somente os trabalhos criativos e os de inteligência social (baseados nas relações humanas). Os demais – inclusive os cargos executivos – deverão ser substituídos pela inteligência artificial.

     3) Quando falta dinheiro, aí que a criatividade aparece!

Em cenário de crise econômica, a solução para lidar com baixos orçamentos gerando um bom produto/serviço, é a criatividade.  É por isso que o profissional criativo está em alta. As empresas precisam deles para se diferenciar.

“Fazer mais com menos, melhorar a eficiência e otimizar recursos são mantras da atualidade. Na nova etapa da economia global, a área criativa se tornou estratégica, inclusive para os negócios da indústria clássica, porque as ideias se tornaram os inputs necessários para a diferenciação e a geração de valor.”

(Clayton Melo , Istoé Dinheiro)

Mercado de trabalho no Brasil

Em 2015, a indústria criativa no Brasil foi composta por 851,2 mil profissionais formais. O salário médio, nessa área, chega a ser duas vezes maior do que a média do mercado. Além disso, a participação no PIB cresceu 3%  no período de 2013 a 2015.

Como se destacar nesse mercado?

Para se destacar dentro da Economia Criativa, o profissional deve ser empreendedor. Transformar a sua arte em um produto, que precisa de estratégia, parcerias, marketing, etc, como qualquer outro empreendimento. O profissional deve ter uma visão ampla, de 360º sobre tais áreas.

 

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